Porque esquecemos o que já estudamos?

Você sabia que o que é esquecido não desaparece do cérebro? O cérebro apenas não consegue acessar o local onde guardou aquele conhecimento, ou pode ser mais difícil de ser recuperado. Para explicar melhor, imagine que nosso cérebro é como uma caixa de brinquedos cheia de itens. Quando há muitos brinquedos, alguns podem ser guardados em outro lugar, mas isso não significa que foram descartados; simplesmente podem não estar tão acessíveis naquele momento.
Isso acontece pois nosso cérebro escolhe o que é mais importante de lembrar. Devido ao acúmulo de informações, ele precisa decidir o que é ou não valioso o suficiente para ser retido. Então, esquecer certas coisas não é uma falha do nosso cérebro. Pelo contrário, é um processo natural e necessário, que ajuda a filtrar informações menos relevantes.

Nós temos dois tipos de memória: uma de curto prazo e outra de longo prazo. A nossa memória de curto prazo é definida como a lembrança de informações mais recentes, como o que acabamos de aprender em uma aula de ciências na escola. Já a nossa memória de longo prazo está relacionada à consolidação de informações que, através de repetição e revisão, são armazenadas de forma mais permanente. Dessa forma, o cérebro faz conexões para que possamos lembrar dessas informações por mais tempo.

Texto produzido por Jessica Barbosa e revisado por Laryssa Michaelle.
Ilustração feita por Clara Bemfica.

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